As placas tectônicas são grandes pedaços da crosta terrestre que se movem lentamente sobre o manto. Essas placas se movem devido às forças geradas pelo fluxo do manto, e seus movimentos podem causar uma variedade de fenômenos geológicos, incluindo terremotos, vulcões e formação de montanhas.


Atualmente, existem oito principais placas tectônicas: a Placa do Pacífico, a Placa Norte-americana, a Placa Sul-americana, a Placa Africana, a Placa Eurasiática, a Placa Indo-australiana, a Placa Antártica e a Placa Australiana. Além dessas, existem também várias placas menores, como a Placa de Juan de Fuca e a Placa de Cocos.

As placas tectônicas se movem devido às forças geradas pelo fluxo do manto, que é a camada mais interna da Terra. Essas forças são geradas pelo calor e pressão no interior da Terra, e são responsáveis por empurrar e puxar as placas tectônicas.

Existem três tipos de limites de placas tectônicas: divergentes, convergentes e transformantes.

  1. Limites divergentes: são onde as placas se afastam uma da outra, como na divergência das placas Atlântica e Africana. Nestes limites, ocorre a formação de novas crostas terrestres, como ocorre na formação do oceano Atlântico.

  2. Limites convergentes: são onde as placas se movem em direções opostas e colidem uma com a outra, como na convergência das placas Indo-australiana e Eurasiática. Nestes limites, ocorre a formação de cadeias montanhosas, como o Himalaia, e a subducção de uma placa sob a outra, causando vulcões e sismicidade.

  3. Limites transformantes: são onde as placas se movem lateralmente uma em relação à outra, como na falha de San Andreas, na costa oeste dos EUA. Nestes limites, as placas se movem paralelamente sem colidir, causando sismicidade e movimentos de terra.

A Pangeia foi um supercontinente que existiu há cerca de 300 milhões de anos. Ele foi formado pela união de todas as placas tectônicas existentes na época, dando origem a uma única grande massa terrestre. A Pangeia se dividiu em dois continentes menores, Gondwana e Laurásia, cerca de 200 milhões de anos atrás.

A formação da Pangeia é explicada pela teoria da deriva continental, que sugere que as placas tectônicas se movem continuamente sobre a superfície da Terra. A Pangeia foi formada pelo processo de convergência das placas tectônicas, que, ao se encontrarem, formaram um supercontinente único.

A Pangeia foi importante na história da vida na Terra, pois, como todos os continentes estavam unidos, permitiu a migração de animais e plantas entre eles, levando a uma diversificação de espécies. Além disso, a Pangeia também desempenhou um papel importante na formação de recursos naturais, como minerais e combustíveis fósseis.

A Pangeia se dividiu cerca de 200 milhões de anos atrás, dando origem aos continentes existentes hoje, como América do Sul, África, Europa, Ásia e Austrália. Este processo é conhecido como Pangeia quebrando-se. O processo de divisão da Pangeia e a formação dos novos continentes continua hoje, e é explicado pela teoria da tectônica de placas.